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Em um comunicado enviado aos funcionários neste terça-feira (31), Sundar Pichai, o CEO do Google, relatou que embora a empresa esteja recebendo “dezenas de milhares” de funcionários de “forma voluntária” nos escritórios, a companhia estenderá o seu plano de retorno ao trabalho presencial. O novo prazo é até pelo menos 10 de janeiro de 2022.
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Até então, a meta da empresa era ter os funcionários de volta ainda este ano, no entanto, com o avanço da variante Delta, isso não acontecerá. Pichai também reforçou que a empresa enviará um aviso de 30 dias antes da data prevista confirmando ou não a volta ao regime de trabalho presencial.
A mensagem enviada via e-mail, segundo o The Verge, não cita diretamente a pandemia como um fator para o adiamento, contudo, as novas ondas de casos nos Estados Unidos e pelo mundo bagunçaram os planos de várias empresas.
Por ora, resta saber se até janeiro a curva de infecção irá baixar. Após essa data, o plano é que cada país tome a sua decisão de retorno ao trabalho considerando as condições locais.
Via: The Verge
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Google e Facebook vão exigir vacinas para funcionários

Com o avanço da variante delta, cepa altamente contagiosa da Covid-19, as empresas do setor de tecnologia, como o Google e o Facebook, repensam os seus planos para a volta do trabalho presencial.
Em julho, as duas gigantes do Vale do Silício decidiram adotar duas medidas: começar a exigir vacinas para os funcionários e adiar a data de reabertura dos seus respectivos campus.
O Google foi uma das companhias do setor que confirmou a exigência de que seus funcionários estejam imunizados antes do retorno aos escritórios. Em seguida, segundo o WSJ, o Facebook anunciou uma política semelhante.
Em nota, o CEO do Google, Sundar Pichai, disse que a empresa acompanha as altas taxas de vacinação de seus funcionários. Na época, o retorno aos escritórios da gigante de buscas estava marcado para o dia 18 de outubro.
Créditos da imagem principal: Jay Fog/Shutterstock
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