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Uma pesquisa publicada pelo The American Journal of Clinical Nutrition aponta que o conceito de comer em excesso é o principal causador da obesidade pode estar completamente errado. O estudo acredita que, na verdade, a doença é causada pela qualidade do alimento ingerido.
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Normalmente, aponta-se que a quantidade de comida ingerida e o que é gasto de energia são os causadores do ganho de peso. O conceito é baseado no modelo de equilíbrio de energia, no entanto, a qualidade da alimentação possui grande influência nisso.

Os pesquisadores montaram um modelo de alimentação denominado como carboidrato-insulina, que aponta que a epidemia de obesidade que assola os Estados Unidos é causada pela ingestão de alimentos com altas taxas glicêmicas, principalmente, carboidratos processados e de rápida digestão.
Esses alimentos são responsáveis por mudanças hormonais que alteram o metabolismo e podem aumentar o armazenamento de gordura, consequentemente, agravando o ganho de peso e podendo chegar até a obesidade.
Após ingerir carboidratos altamente processados o cérebro aumenta a produção de insulina e diminui a secreção de glucagon – hormônio que contrapõe o efeito da insulina. Este processo faz com que as células de gordura armazenem mais calorias, impedindo a alimentação dos músculos e outros tecidos ativos. O cérebro então identifica o problema e passa a emitir a sensação de fome para suprimir a falta de energia.
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Tomar como base o modelo de carboidrato-insulina pode afetar a maneira como a diabetes é tratada. Invés de se concentrar na quantidade de alimento ingerido, o principal foco será na qualidade.
“Reduzir o consumo de carboidratos de rápida digestão que inundaram o suprimento de alimentos durante a era da dieta de baixo teor de gordura diminui o impulso subjacente para armazenar gordura corporal. Como resultado, as pessoas podem perder peso com menos fome e esforço”, explica o autor do estudo.
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