Análise sugere a eliminação do termo ‘esquizofrênico’ do atendimento médico

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Concept of memory loss and dementia disease and losing brain function memories as an alzheimers health symbol of neurology and mental problems with 3D illustration elements.

Uma nova pesquisa publicada no Journal of Counseling & Development encontrou uma diferença na tolerância em relação a indivíduos com esquizofrenia e isso dependendo se os conselheiros e profissionais em saúde mental e em treinamento receberam uma análise usando o termo “esquizofrênico” ou “pessoa com esquizofrenia”.

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Sendo assim, os participantes que receberam a versão com o termo “esquizofrênico” tinham atitudes mais autoritárias e também mais restritivas socialmente, ou seja menos benevolentes.

“A linguagem é importante. As palavras que usamos podem reduzir o estigma e melhorar a qualidade do atendimento que nossos clientes recebem, ou nossas palavras podem tornar os conselheiros menos propensos a tratar seus clientes com dignidade humana básica e respeito”, explicou o autor principal Darcy Haag Granello, da The Ohio State University. 

De acordo com ele, “a mensagem para levar para casa é clara – todas as pessoas, até mesmo profissionais de saúde mental, são afetadas pelas palavras e rótulos que usamos”, com isso, há evidências empíricas de que “reservar um tempo para pronunciar mais algumas sílabas e incluir a palavra ‘pessoa’ tem potencial real para fazer a diferença na vida de nossos clientes “

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Fonte: The Verge

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Gabriela Bulhões

Gabriela Bulhões é redator(a) no Olhar Digital

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