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O grupo Mitsubishi Heavy Industries, segmento de indústria pesada da fabricante japonesa, anunciou uma parceria com a multinacional de aviação ZeroAvia para o desenvolvimento de aviões a jato elétricos movidos a células de hidrogênio como combustível.
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A colaboração entre as empresas atuará tanto na criação de novas aeronaves limpas quanto sistemas de trem de força para modelos comerciais já existentes no mercado. A Mitsubishi também dará suporte de engenharia aos projetos da ZeroAvia na aplicação para licenças comerciais.
No momento, a multinacional de aviação já realizou 35 testes de voo em um avião Piper categoria M de seis assentos, usando as células de combustível Gen3 da Hyzon, presente em caminhões. A empresa prepara o teste para uma aeronave maior — um Dornier 228, de 19 assentos. O voo de avaliação de desempenho do trem de força está previsto para novas aeronaves.
O CEO da ZeroAvia, Val Miftakhov, acredita que os motores elétricos propulsionados por hidrogênio serão predominantes no futuro da aviação comercial. “Simplesmente porque é o método mais viável e escalável para eliminar o carbono e cortar outras emissões nocivas do setor de aviação”, acrescenta.
Mitsubishi quer ver a tecnologia em aviões de voos regionais

A estratégia da Mitsubishi é testar o implemento de três de força elétricos à hidrogênio em aviões menores antes de desenvolver seus próprios projetos.
“Aviões regionais são essenciais para manter comunidades e regiões menores conectadas e também são mais capazes de explorar as novas tecnologias no horizonte em comparação a aeronaves maiores”, afirma o presidente da Mitsubishi Heavy Industries, Hiro Yamamoto.
A expectativa da ZeroAvia é ingressar no mercado de aeronaves de 19 assentos, com todas as certificações, até 2024. Aeronaves maiores — de 50 a 80 passageiros — estarão em testes em 2026, e jatos regionais, até 2028.
Imagem: Divulgação/ZeroAvia
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