Um dos principais desafios das redes sociais com a Covid-19 é o compartilhamento de fake news. Nesta quinta-feira (11), a Meta anunciou que removeu mais de 1 milhão de posts do Facebook e do Instagram com desinformação sobre a pandemia.

De acordo com a empresa, os moderadores levam em conta informações da Organização Mundial da Saúde (OMS) para classificar que tipo de publicação pode ser prejudicial. “Isso inclui, por exemplo, declarações negando a existência da pandemia ou de que as vacinas contra Covid-19 podem levar à morte ou autismo, o que não é verdade”, diz o anúncio.

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Ainda segundo o comunicado, a medida que novas informações são descobertas sobre a doença, os termos são atualizados. A empresa ainda diz que ainda conta com a participação de especialistas para ajudar a definir o conteúdo a ser removido.

Fake news sobre a pandemia da Covid-19 no Facebook

Durante a pandemia, o Facebook lançou a Covid-19: Central de Informações, para esclarecer boatos e fornecer informações sobre a doença, incluindo calendários de vacinação e materiais para ajudar na saúde mental dos usuários durante esse período.

Imagem: Facebook

Sempre que uma postagem sobre a Covid-19 é feita, um link para a central aparece, para evitar fake news sobre a doença. “Quando um post é marcado como falso por uma agência de verificação de fatos parceira, seu alcance é reduzido de forma significativa, ou seja, menos pessoas encontrarão aquele conteúdo”, diz a empresa.

A Meta explica também que o WhatsApp ajudou a facilitar a comunicação sobre campanhas de vacinação em muitos países, inclusive no Brasil. No mundo, mais de 150 organizações de saúde usam a plataforma para esclarecer informações de saúde. A OMS, inclusive, possui um canal em português.

“Nosso trabalho de combate à desinformação envolve ainda parcerias com agências independentes de verificação de fatos, para conteúdos falsos que não violam nossas políticas de danos no mundo offline”, finaliza o anúncio sobre fake news e a Covid-19.

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