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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou em outubro a venda da melatonina como suplemento alimentar sem a necessidade de prescrição médica, o hormônio é popularmente conhecido por tratar distúrbios do sono.
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Anteriormente, o medicamento podia ser vendido somente com a apresentação de receita médica em farmácias de manipulação. Com as novas regras, o medicamente pode ser vendido como suplemento alimentar para pessoas com 19 anos ou mais.

A dosagem recomendada pela Anvisa é de 0,21 mg por dia, quantidade próxima a encontrada em alimentos. A agência reguladora afirmou que não pode aprovar quantidades maiores para o suplemento já que foram poucos os estudos mostrando as consequências do uso prolongado da substância.
“A orientação é que seja feita por indicação de profissional habilitado: médico, farmacêutico e nutricionista”, afirmou uma representante do Conselho Federal de Farmácia, que defende que mesmo a quantidade liberada sendo segura, é indicado buscar ajuda especializada.
O órgão ainda ressalta que o uso inadequado do medicamentoso pode causar fadiga, sono durante o dia e até mesmo alterar as funções hepáticas e níveis de glicose e insulina.
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O professor de Fisiologia e Biofísica da USP, José Cipolla, afirmou ao Estadão que os maiores erros no uso da melatonina acontecem com o horário que o suplemento é tomado. O hormônio é naturalmente produzido pelo corpo em ambientes noturnos, sem a presença de luz, o que indica que a suplementação durante o dia causa uma “confusão” interna no organismo.
Por ora, o suplemento alimentar ainda não pode ser encontrado nas farmácias sem a prescrição médica, espera-se que a venda esteja liberada a partir de dezembro deste ano.
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