O Facebook está lançando no Brasil o Facebook Protect, um projeto que visa trazer mais segurança para contas de usuários potencialmente mais vulneráveis, como defensores dos direitos humanos, jornalistas e funcionários de governo.

De acordo com o Facebook, os grupos não precisam fazer nada a menos que sejam acionados pela rede social a fazerem o cadastro. Como parte do projeto, a autenticação de dois fatores vai ser facilitada para esses usuários de modo que seja mais difícil para essas contas sofrerem invasões.

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Facebook Protect

O projeto começou a ser testado nos Estados Unidos e, em 2020, foi expandido com a chegada das eleições presidenciais no país. Segundo a plataforma, mais de 1,5 milhão de contas foram incluídas no programa. Destas, quase 950 mil usam autenticação de dois fatores.

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“Com o Facebook Protect, trabalhamos para tornar a ativação e o uso da autenticação em duas etapas o mais simples possível para esses grupos de pessoas, fornecendo uma melhor experiência e suporte ao usuário. Sabemos que sempre haverá um grupo pequeno de usuários que não irá se registrar imediatamente, por exemplo aqueles que não estão ativos na nossa plataforma há algum tempo. Porém, acreditamos que esse é um passo importante para comunidades mais suscetíveis a ataques online. O que temos visto até agora é encorajador: nos primeiros testes que fizemos, ao simplificar as notificações para registro, aumentar o suporte aos usuários e exigir a adoção do Facebook Protect, mais de 90 por cento desses grupos aderiram ao programa em um mês”, diz a empresa.

A expectativa é de que o Facebook Protect seja expandido para um grupo ainda maior de usuários pelo mundo nos próximos meses.

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