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O governo da China aprovou formalmente três missões em direção ao pólo sul da Lua, com a primeira delas partindo já em 2024. As outras duas devem ser lançadas ainda dentro da atual década, antes de 2030. As missões constituem a quarta fase do programa espacial chinês para estudo do nosso satélite.
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As missões foram convenientemente chamadas Chang’e 6, Chang’e 7 e – atenção para o suspense – Chang’e 8. O interessante é que, apesar da numeração em ordem das missões, é a Chang’e 7 quem sairá daqui primeiro.
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De acordo com Wu Yanhua, chefe interino da Administração Espacial Chinesa (CNSA), isso se dá porque a Chang’e 7 é a que vai carregar a maior parte dos equipamentos de tráfego e coleta de informações: a missão incluirá um satélite, um rover, um módulo de pouso, um cubesat e até um “mini veículo voador”. O intuito da China será usar todo esse conjunto para explorar o pólo sul da Lua em busca de gelo – ou de evidências dele.
Para comportar um voo com tudo isso, a China vai usar o seu maior foguete, o Long March 5, que vai carregar as 8,2 toneladas de equipamentos.
Em seguida, virá a Chang’e 6, que vai continuar o trabalho da Chang’e 5 e coletar amostras rochosas do pólo sul da Lua, além de carregar “instrumentos científicos” (Wu não especificou detalhes) em desenvolvimento pela França e Itália e, potencialmente, Rússia e Suécia também. Wu não ofereceu uma previsão de lançamento.
Fechando a tríade de viagens, a Chang’e 8 terá o objetivo de começar a estabelecer as bases para a Estação Internacional de Pesquisa Lunar (ILRS, na sigla em inglês), uma base que a China pretende operar no pólo sul da Lua em conjunto com a Rússia e outros parceiros internacionais. Segundo o governo, a ideia é que a estação teste tecnologias para uso de recursos locais por meio de impressão 3D. Novamente, Wu não informou previsão de lançamento.
“O propósito primário dessas três missões é o de que a China construa o modelo básico de uma estação de pesquisa em cooperação com a Rússia, com nós tomando a frente do projeto”, disse Wu à emissora estatal CCTV. “A construção da estação pode estabelecer um alicerce para que nós possamos melhor explorar o ambiente lunar e seus recursos, incluindo o seu uso e desenvolvimento pacíficos”.
Hoje, a China tem o módulo de pouso Chang’e 4 e o rover Yutu 2 no lado distante da Lua, que não é visível para nós aqui da Terra.
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