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Uma mulher de 30 anos virou caso de estudo na Uroly Case Reports após médicos encontrarem pedras de 5 centímetros em sua vagina. O caso se popularizou pois as “pedras nos rins” são consideradas banais por muitas pessoas.
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Neste caso, os pesquisadores que trataram sobre o tema disseram ser difícil concluir o diagnóstico de “cálculo vaginal” por ser um quadro silencioso com sintomas inespecíficos.
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A paciente relatou aos médicos dificuldade de engravidar, escape de urina, menstruação irregular e cólicas durante o período menstrual desde os 13 anos. “Essas queixas não eram incômodas, por isso, a paciente não procurou tratamento. Ela também tinha histórico de um acidente de trânsito com ruptura de bexiga, e foi operada aos cinco anos de idade”, explicaram os pesquisadores.
Os médicos identificaram as pedras na vagina da paciente através de uma tomografia computadorizada. O exame mostrou que os cálculos tinham tamanhos de 3,6 cm x 5 cm e 5 cm x 5,8 cm, uma pedra estava presa à parede da bexiga e outra na parede do reto.

Os pesquisadores explicaram que o problema pode acontecer por uma fístula na região responsável pela comunicação entre vagina e uretra, ou então por uma obstrução na abertura do órgão. As situações fazem com que aconteça o acúmulo de urina, levando a formação de cálculos.
A paciente passou por uma cirurgia para retirada das pedras que tinham aparência “lisa e sólida”. A recuperação aconteceu com facilidade e a mulher relatou que não sente mais os sintomas que havia relatado anteriormente, mesmo após seis meses da operação.
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