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A onda causada pela variante Ômicron em Nova York, nos Estados Unidos, começa a dar sinais de que está diminuindo. Os números recentes divulgados neste sábado (12) mostram que as internações caíram para índices anteriores aos da explosão de casos pela cepa.
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Esses números podem indicar uma tendência que pode se repetir em outras partes do mundo, como no Brasil, que passou a ver um novo aumento expressivo nas mortes por Covid-19 nas últimas semanas. De acordo com os últimos dados divulgados pelo estado de NY, 3.883 pacientes estão internados com Covid-19, número mais baixo desde o dia 19 de dezembro.
“Os nova-iorquinos devem se orgulhar do progresso contínuo na redução dos números desde o pico de Ômicron, em janeiro, mas não é hora de baixar a guarda”, explicou Kathy Hochul, governadora do estado.
No auge da Ômicron, NY chegou a ter mais de 12 mil hospitalizados pela doença em poucos dias. Nesse momento, a positividade dos testes de Covid-19 está em cerca de 2,5%, o que indica uma queda na contaminação, que chegou a ficar em patamares próximos a 20%.
Pior da Ômicron já passou, diz OMS
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, declarou que o pior da pandemia da Covid-19 deve passar ainda em 2022. Porém, para que esse cenário positivo se confirme, é necessário o cumprimento de uma condição: que 70% da população mundial seja vacinada.
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Segundo Adhanom, a expectativa do órgão é que o pior da pandemia passe até o final do ano, contanto que 70% da população mundial esteja completamente vacinada entre os meses de junho e julho. A declaração do diretor foi dada durante uma visita a fábricas de vacina contra a Covid-19 na África do Sul.
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