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A rede 5G para celulares começou a ser testada na Cidade Universitária, na zona oeste da cidade de São Paulo. A iniciativa é da Universidade de São Paulo (USP) em parceria com três empresas privadas: Claro, Embratel e Ericsson.
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A ideia do projeto é desenvolver aplicações. As principais delas são relacionadas a cidade inteligentes, ou smart cities, e IoT, a internet das coisas. Um dos testes inclui projetos de vigilância urbana e engenharia de tráfego, focando no gerenciamento de fluxos de transporte e acessibilidade.
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As ferramentas e serviços para a rede 5G na USP pretende ainda criar uma interação entre especialistas, pesquisadores e alunos da universidade. A tecnologia já está funcionando no campus desde o início deste mês de fevereiro.
“Várias unidades de ensino, incluindo centros de pesquisa, hospital universitário, reserva ecológica e museu, distribuem-se pelos quase 4 milhões de metros quadrados que compõem a Cidade Universitária, onde milhares de pessoas circulam diariamente”, destacou Marcelo Knörich Zuffo, professor da Escola Politécnica e coordenador do Centro Interdisciplinar em Tecnologias Interativas da USP, em entrevista à Agência Brasil.

O professor acrescentou ainda que as “possibilidades interdisciplinares de pesquisa, desenvolvimento e inovações em 5G integradas às comunidades vizinhas à USP e na cidade de São Paulo são enormes”.
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) cedeu licença científica para a rede 5G implementada na Universidade de São Paulo. Ela utiliza a frequência 3,5 GHz, uma das faixas que foram adquiridas pela Claro em leilão realizado em novembro de 2021. O padrão fornece internet móvel de altíssima velocidade.
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