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Uma pesquisa realizada pela Universidade do País Basco, na Espanha, apontou que a bactéria responsável pela gastrite e outras doenças, como úlcera péptica e câncer de estômago, é resistente aos três principais antibióticos utilizados durante o tratamento da infecção.
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Os pesquisadores afirmam que a resistência pode ter sido provocada pelo uso indiscriminado dos medicamentos conhecidos como metronidazol, levofloxacina e claritromicina.
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A pesquisa analisou mais de 4 mil amostras de tecido estomacal de pacientes que estavam com a Helicobacter pylori, ou apenas H. pylori, e comprovaram 20% de resistência contra a levofloxacina, 25% contra a claritromicina e 30% contra o metronidazol.
A bactéria H. pylori é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um agente carcinogênico por estar relacionada a doenças simples, como a gastrite, mas também por causar graves complicações gástricas, como um câncer. Atualmente, estima-se que ao menos 40% da população mundial conviva com a presença da bactéria no organismo.
Esta resistência foi encontrada na Espanha e em outros países da Europa, como Itália, França e Noruega. No entanto, no Brasil, que segue o mesmo padrão de tratamento, a resistência da bactéria da gastrite não é vista.

“Ainda não chegamos ao ponto de o uso desses remédios se tornar proibitivo, como aponta esse estudo. Esses níveis de resistência são extremamente preocupantes. Pelo nosso consenso, se houver resistência acima de 15%, já é recomendado trocar o antibiótico”, explica o presidente da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), Décio Chinzon.
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