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Um estudo publicado na terça-feira (22) na revista científica Current Biology descreve a descoberta de um fóssil de pterossauro de 170 milhões de anos que pode ser o esqueleto mais bem preservado do réptil alado pré-histórico. Os restos do animal foram encontrados na Escócia, e, segundo os cientistas, são os maiores de seu tipo no período jurássico.
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Também conhecido como pterodáctilo, o pterossauro em questão tinha uma envergadura estimada de mais de 2,5 metros, semelhante à de um albatroz, segundo o Museu Nacional da Escócia.
A descoberta foi feita pela doutoranda Amelia Penny durante uma excursão na Ilha de Skye, no noroeste do país, em 2017. Segundo Penny, ela viu a mandíbula do pterossauro se projetando das rochas. Agora, depois de todas as análises concluídas, ele será adicionado ao acervo do museu.
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Fósseis preservados desse dinossauro são mais comuns na América do Sul
“Os pterossauros preservados em tal qualidade são extremamente raros e geralmente são encontrados em formações rochosas no Brasil e na China”, diz a doutoranda Natália Jagielska, autora do novo artigo científico que descreve o achado. “E, mesmo assim, um enorme pterossauro perfeitamente preservado emergiu de uma plataforma de marés na Escócia”, disse ela.
Steve Brusatte, professor de paleontologia da Universidade de Edimburgo, disse que a descoberta foi a melhor encontrada na Grã-Bretanha desde o início do século 19, quando a famosa paleontóloga Mary Anning (que serviu de inspiração para o filme Ammonite, de 2020) descobriu muitos fósseis jurássicos significativos na costa sul da Inglaterra.
Segundo Brusatte, o fóssil identificado por Amelia Penny tem ossos “leves como penas” e “tão finos quanto folhas de papel”, e foram necessários vários dias para extraí-lo da rocha.
Ele disse que o dinossauro “nos diz que os pterossauros cresceram muito antes do que pensávamos, muito antes do período Cretáceo, quando estavam competindo com pássaros, e isso é extremamente significativo”.
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