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Uma pesquisa liderada pela Universidade de Georgetown, nos Estados Unidos, apontou que os seres humanos já transmitiram cerca de 100 doenças para animais. O estudo diz que aproximadamente metade dos casos aconteceu com animais em cativeiro, como em zoológicos.
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Os pesquisadores apontaram que cerca de 50% dos casos encontrados na literatura científica relata a transmissão de uma doença de uma pessoa para um primata não humano, o que pode ser comum, já que o grau de parentesco pode facilitar a infecção.
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O estudo também aponta que os animais ameaçados de extinção aparecem com mais frequência. “Isso apoia a ideia de que é mais provável que detectemos patógenos nos lugares em que passamos muito tempo e esforço procurando, com um número desproporcional de estudos focados em animais carismáticos em zoológicos ou próximos a humanos”, conta a autora do estudo, Anna Fagre.
Com estes dados, os cientistas levantaram a hipótese de diversos eventos de transmissão terem sido deixados de lado, podendo comprometer a conservação da vida animal e até mesmo a saúde pública da população, já que não é possível saber como um vírus voltaria a infectar os humanos depois de presente na vida selvagem.
Apesar deste levantamento, os pesquisadores ressaltaram que a tecnologia se tornou uma grande aliada, principalmente a inteligência artificial, que foi capaz de ajudar a prever o risco que as espécies correm.

Este foi o caso da pandemia de Covid-19. Ao comparar os animais que foram infectados pelo SARS-CoV-2 com as previsões feitas no início da crise sanitária, é possível comprovar que as estimativas foram corretas.
“É bastante satisfatório ver que o sequenciamento de genomas de animais e a compreensão de seus sistemas imunológicos valeu a pena”, relatou outro autor da pesquisa. “A pandemia deu aos cientistas a chance de testar algumas ferramentas preditivas, e acontece que estamos mais preparados do que pensávamos”.
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