Siga o Olhar Digital no Google Discover
A partir do dia 1º de abril, na próxima sexta-feira, os remédios devem ficar mais caros em todo o Brasil. Na data entra em vigor a autorização para reajuste dos medicamentos pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).
Ofertas
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 200,29
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Ainda não se sabe qual o percentual de reajuste, mas espera-se que ele fique em torno de 10%, valor aproximado da inflação registrada em 2021, que foi de 10,06%. A CMED é um órgão vinculado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e é responsável por controlar o reajuste nos medicamentos.
Leia também!
- Um tapa forte pode matar? Simulação responde qual é a probabilidade
- Importação de medicamentos à base de cannabis dispara mas prescrições ainda são raras
- Jada Smith e sua luta contra a alopecia; entenda por que a atriz perdeu os cabelos
O Comitê Técnico-Executivo da CMED anunciou no começo de 2021 que faria o reajuste nos valores do remédio com base no fator de produtividade (Fator X) e no fator de ajuste de preços relativos intrassetor (Fator Z) e ambos seriam definidos em zero para compor a fórmula do aumento.
O Fator X é estabelecido com uma estimativa dos ganhos futuros de produtividade da indústria farmacêutica. Já o Fator Z possui três níveis definidos pela base de concorrência do mercado.
Ou seja, se um medicamento é vendido por apenas uma empresa, ele é registrado no nível 3, sofrendo um menor reajuste. Enquanto aqueles no nível 1, que são fabricados por diversas farmacêuticas, recebem um aumento maior.

Além disso, também é levado em consideração a inflação e o Fator Y, que considera o reajuste de preços relativo entre os setores.
Em 2021, o aumento no valor dos remédios foi de até 10,08%, levando em consideração uma inflação de 4,52% no ano anterior.
Já assistiu aos novos vídeos no YouTube do Olhar Digital? Inscreva-se no canal!