O Google anunciou, nesta quarta-feira (11), o Pixel 7 e seu modelo mais potente, o Pixel 7 Pro. A dupla de celulares aparece sete meses após o lançamento da geração anterior e representa apenas uma pequena evolução, mas chegará ao mundo com uma versão aprimorada do chip Tensor, criado pelo próprio gigante das buscas.

Em outubro do ano passado o Google mostrou ao mundo o Pixel 6 e seu irmão mais forte, o Pixel 6 Pro. Os aparelhos não chamaram muita atenção do mercado pelos recursos, mas sim por introduzirem o primeiro chip ARM criado com a receita da própria empresa: o Tensor.

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Google Pixel 7 Pro (Imagem: divulgação/Google)
Google Pixel 7 Pro (Imagem: divulgação/Google)

Nem um ano passou e o Google segue o caminho de algumas marcas, especialmente as chinesas ao dar detalhes sobre o sucessor deste celular: o Pixel 7. O aparelho lembra praticamente tudo que está presente neste momento no Pixel 6 e seu irmão mais forte, alterando basicamente apenas a faixa traseira onde ficam as câmeras.

Agora o local deixa de ser preto e adota visual prateado, feito em alumínio reciclado, dando destaque para o conjunto de lentes presentes – no Pixel 6 elas ficam visualmente escondidas.

A quantidade de lentes presentes também segue a mesma premissa da atual geração, com duas no Pixel 7 e três no Pixel 7 Pro. O Google não detalhou nenhuma parte do que está por dentro e nem mesmo da tela, ou quais são as capacidades do conjunto de sensores para imagens.

Ao menos o chip responsável por controlar todos os recursos do Android 13 ganhou informações mais indiretas. Ainda não sabemos qual seu nome, então vamos chamar de Tensor de segunda geração. Segundo o gigante das buscas, ele oferecerá melhorias no reconhecimento de voz, gravação de vídeos e fotos, além de aumentar a segurança do usuário.

Certamente o Google oferecerá mais detalhes sobre os Pixel 7 e Pixel 7 Pro em algum evento específico para os dois celulares, que deve acontecer em algum momento do segundo semestre deste ano.

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