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Um grupo de parlamentares dos Estados Unidos assinaram uma carta destinada ao Google pedindo que a empresa reavalie e limite os resultados de pesquisa sobre clínicas de aborto que levam mulheres para instituições “falsas”.
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O problema apontado pelos legisladores se trata de centros antiaborto, que aparecem na pesquisa como clínicas de aborto, mas, na verdade, tem como intuito convencer as mulheres a não interromper a gravidez.
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A carta enviada cita uma pesquisa realizada pelo Center for Countering Digital Hate, que mostrou que um a cada 10 resultados para serviços de aborto nos estados da ‘Lei do Gatilho’, levam os usuários a clínicas que são administradas por organizações que se opõe ao aborto e acabam envergonhando o atendimento as mulheres.
“Direcionar mulheres para clínicas falsas que traficam informações erradas e não fornecem serviços de saúde abrangentes é perigoso para a saúde das mulheres e prejudica a integridade dos resultados de pesquisa do Google”, diz a carta.
“Se o Google deve continuar mostrando esses resultados enganosos nos resultados de pesquisa e no Google Maps, os resultados devem, no mínimo, ser rotulados adequadamente.”
Em um comunicado enviado ao The Verge, o porta-voz do Google, Nicolas Lopez, afirmou que qualquer organização que queira anunciar para pessoas que buscam informações sobre serviços de aborto deve ser certificada e mostrar divulgações no anúncio que indiquem claramente se oferecem ou não abortos.
“Estamos sempre procurando maneiras de melhorar nossos resultados para ajudar as pessoas a encontrar o que estão procurando ou entender se o que estão procurando pode não estar disponível”, continuou.
Via: The Verge
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