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Um foguete chinês modelo Kuaizhou-1A enviou o satélite Tianxing-1 para órbita na terça-feira (21), seis meses depois de sofrer uma falha no lançamento de satélites Xingyun, dedicados à internet das coisas.
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O veículo decolou às 23h08, pelo horário de Brasília – 10h08 da manhã de quarta-feira (22), pelo horário de Pequim – do Centro de Lançamento de Satélites Jiuquan, que fica no deserto de Gobi, norte da China.
Desenvolvido pelo Instituto de Mecânica da Academia Chinesa de Ciências (CAS), o satélite Tianxing-1 será usado para pesquisas do ambiente espacial e “outros experimentos de teste”, de acordo com o que autoridades espaciais declararam à mídia chinesa, sem especificar detalhes.
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Este foi o 15º voo do foguete Kuaizhou-1A, que consiste em três estágios alimentados por combustíveis sólidos e um estágio superior de propelente líquido. Ele é capaz de transportar 200 kg de carga em uma órbita síncrona solar de até 700 km. O primeiro lançamento aconteceu em 2017, e o mais recente, que apresentou falha, em dezembro de 2021.
Ele é gerenciado pela Expace, braço da Corporação de Ciência e Indústria Aeroespacial da China (CASIC), gigante estatal de defesa e operação de mísseis. A CASIC é uma entidade separada da Corporação de Ciência e Tecnologia Aeroespacial da China (CASC), principal empreiteira espacial do país e operadora dos foguetes Long March.
Com essa missão, a China completou 20 lançamentos de foguetes em 2022. Somente a CASC vislumbra mais de 50 missões até o fim do ano, incluindo aquelas relacionadas à conclusão da estação espacial Tiangong.
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