O LinkedIn é a marca mais falsificada por cibercriminosos para realizar ataques de phishing. Em relatório da Check Point Research, a reprodução da identidade da rede de relacionamentos profissionais foi apontada como maior perigo para enganar as vítimas.

Entre abril e junho, o segundo trimestre de 2022, o LinkedIn viu sua marca ser usada em 45% de todas as tentativas de phishing. No primeiro trimestre, o percentual foi de 52%. Esse tipo de ataque tenta roubar informações privadas e de pagamento dos usuários.

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Logo atrás da plataforma de trabalho aparece a Microsoft. A big tech ocupa o segundo lugar, com 13% dos hackers falsificando a marca para aplicar golpes. As redes sociais são as mais suscetíveis a esse uso, mas marcas como Adiddas, Adobe e HSBC também figuram na lista, com 1% de uso cada.

“O aumento no uso de golpes relacionados à Microsoft é um perigo para indivíduos e organizações. Uma vez que alguém tenha os detalhes de login da sua conta, eles terão acesso a todos os aplicativos por trás dele, como o Teams e o SharePoint, bem como o risco óbvio de comprometimento da sua conta de email do Outlook”, diz o relatório.

Fachada da Microsoft
A marca da Microsoft aparece em segundo lugar no relatório de falsificações para ataques de phishing. Imagem: Ken Wolter/Shutterstock

Confira lista de marcas mais falsificadas em ataques de phishing:

  1. LinkedIn – 45%
  2. Microsoft – 13%
  3. DHL – 12%
  4. Amazon – 9%
  5. Apple – 3%
  6. Adidas – 2%
  7. Google – 1%
  8. Netflix – 1%
  9. Adobe – 1%
  10. HSBC – 1%

A prevenção passa pela atenção do usuário a e-mails maliciosos. O correio eletrônico é o principal método usado pelos cibercriminosos na tentativa de phishing, com páginas fraudulentas. Não clique em links suspeitos, nem forneça informações pessoais. Usar antivírus e gerenciadores de senhas também são essenciais.

Via: Laptopmag

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