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A pandemia da Covid-19 já dura mais de 2 anos e meio e, mesmo com a eficácia da vacinação, o coronavírus continua se espalhando. Assim, o ideal é manter o uso de máscaras. Para atenuar ainda mais as chances de contrair a doença, pesquisadores da Universidade de Kentucky, nos Estados Unidos, desenvolveram uma membrana de máscara antiviral capaz de capturar e desativar a proteína spike que cobre o SARS-CoV-2.
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A equipe, liderada pelo professor Dibakar Bhattacharyya, da Faculdade de Engenharia, e o estudante de PhD Rollie Mills, desenvolveu a membrana que captura a proteína quando entra em contato. Eles decidiram criar o material ainda em 2020, no começo da pandemia da Covid-19. O material foi publicado em maio deste ano, na Communications Materials.
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É a proteína spike que permite que o coronavírus entre nas células hospedeiras quando entra no corpo. Pensando nisso, a membrana desenvolvida pela equipe inclui enzimas proteolíticas, que se ligam aos picos de proteína e os desativa. A máscara pode proteger não só da Covid-19, como de outras doenças virais.
“Este novo material pode filtrar o vírus como a máscara N95, mas também inclui enzimas antivirais que o desativam completamente. Essa inovação é outra camada de proteção contra o SARS-CoV-2 que pode ajudar a impedir a propagação do vírus”, disse Bhattacharyya.

A membrana dos pesquisadores foi fabricada através de colaboração com uma fabricante de membranas em grande escala. Depois, o produto foi testado usando proteínas de pico SARS-CoV-2, que foram imobilizadas em partículas sintéticas. Além de filtrar os aerossóis, as proteínas foram destruídas 30 segundos após o contato.
A proteção fornecida foi acima do padrão das máscaras N95. Ou seja, filtrou pelo menos 95% das partículas transportadas pelo ar.
“Essas membranas provaram ser um sistema promissor de avanço em direção à nova geração de máscaras respiratórias e filtros de ambiente fechado que podem reduzir significativamente a transmissão de coronavírus pela desativação de proteínas do vírus e captura aprimorada de partículas de aerossol”, relata o estudo.
Via: Medical Xpress
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