De acordo com um comunicado, a Comissão Federal de Comércio (FTC) informou que iria retirar Mark Zuckerberg de um processo iniciado no mês passado para impossibilitar que a Meta comprasse uma pequena empresa de realidade virtual.

Com base em um documento judicial, para este acordo ser realizado, o executivo-chefe da Meta concordou em não comprar a startup Within Unlimited e seu aplicativo de fitness ‘Supernatural’, em sua capacidade pessoal ou através de quaisquer outras entidades que ele controle.

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Recentemente, a agência federal informou que a Meta já é um membro importante em todos os níveis do setor de realidade virtual, procurando construir o chamado ‘metaverso’.

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A FTC alega que Meta e Zuckerberg querem aumentar seu domínio de realidade virtual da organização comprando o aplicativo de fitness, um movimento que, segundo eles, viola as leis antitruste e diminui a concorrência.

A lei antitruste é um conjunto de leis que regulam a conduta e a organização de negócios para promover a concorrência e evitar monopólios. 

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Meta from tec mundo
Crédito: Jorge Marin/ Nexperts

Com isso, a Meta solicitou que a agência tirasse Mark Zuckerberg do processo. Então, o Facebook se renomeou Meta como parte de um esforço de rebranding para focar todos seus esforços no metaverso. Um mundo online onde é possível se tornar avatares, muitas vezes através do uso de fones de ouvido de realidade virtual.

Em um comunicado anterior, a Meta informou que a FTC estava “enviando uma mensagem assustadora” para aqueles que desejam inovar no espaço de realidade virtual.

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“Em vez de competir pelos méritos, a Meta está tentando comprar seu caminho para o topo”, comentou John Newman, vice-diretor do escritório de concorrência da FTC, quando o processo foi aberto em julho. 

Newman também acrescentou que a Meta já possui um aplicativo de fitness de realidade virtual mais vendido. Ela também tem o aparelho VR mais vendido e uma loja de aplicativos líder e possui sete dos desenvolvedores mais bem-sucedidos.

Via: The Wall Street Journal

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