SpaceX baixa em mais de 50% a mensalidade da Starlink no Brasil

A SpaceX contato seus assinantes do serviço da Starlink e os notificou sobre o ajuste no valor da mensalidade; saiba mais
Alanis Meira, editado por Acsa Gomes 26/08/2022 14:47, atualizada em 29/08/2022 14:15

Nesta última quinta-feira (25), os assinantes da Starlink, serviço de banda larga via satélite da SpaceX, foram informados que o valor da mensalidade do serviço vai cair em mais de 50%.

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O valor original da assinatura aqui no Brasil era de R$ 530 sem os impostos e agora é R$ 230, também sem os impostos. De acordo com a empresa, todos os clientes receberão o desconto automaticamente nos boletos gerados a partir do dia 24 de agosto deste ano.

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No e-mail contendo a notícia que foi enviado aos assinantes, a SpaceX garante que essa mudança aconteceu para “igualar o poder de compra” dos consumidores com as demais áreas onde oferecem o serviço.

A equipe de um site realizou uma simulação no site da Starlink e foi provado que o novo preço reduzido também já está em vigor para os novos assinantes. É importante ressaltar que os novos clientes pagam R$ 2 mil pelo equipamento necessário, a antena e o roteador.

e-mail starlink
Crédito: Starlink/ SpaceX

Há pouco tempo, a SpaceX chegou à marca de 3 mil satélites da Starlink, todos já em órbita ao redor do planeta Terra, e isso em pouco mais de 3 anos depois do início da esquematização da constelação. Isso simboliza cerca de 70% dos 4.408 satélites que vão fazer parte da “primeira fase”, onde vão ser divididos em 5 grupos ao redor do mundo.

Hoje em dia o acesso à rede da Starlink está disponível em 36 países, incluindo o Brasil. Em maio de 2022, a SpaceX conseguiu chegar em 400 mil usuários.

Nesta última quinta-feira (25), em um evento organizado pelos CEOs, Elon Musk e Mike Sievert, a T-Mobile contou que está tirando do caminho as zonas mortas móveis em decorrência da nova parceria com a internet por satélite Starlink da SpaceX. Por meio da sua configuração “Cobertura Acima e Além”, os celulares poderão se vincular aos satélites e utilizar parte da conexão provendo de 2 a 4 megabits por segundo de conexão (total) em uma área de cobertura definida.

Essa conexão deve ser o suficiente para que as pessoas enviem mensagens de texto, mensagens com alguma mídia e até usar aplicativos que selecionam mensagens sempre que o céu estiver limpo, mesmo sem ter um serviço tradicional à disposição.

Para saber mais, acesse a reportagem do Olhar Digital.

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Alanis Meira

Estagiária de redação do site Olhar Digital

Acsa Gomes
Acsa Gomes

Acsa Gomes é formada em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo pela FAPCOM. Chegou ao Olhar Digital em 2020, como estagiária. Atualmente, faz parte do setor de Mídias Sociais.

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