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Entre as diversas consequências da guerra da Ucrânia está a segurança em cheque da usina nuclear de Zaporíjia, a maior de toda a Europa. Nesta quinta-feira (1), o local foi visitado por agentes da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), que vão permanecer por lá até que as análises sobre os riscos do local sejam concluídas.
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Rafael Grossi, diretor-geral da agência da ONU, disse que o local teve a sua segurança violada durante a guerra, com bombardeios ocorrendo na região. “É evidente que a integridade física da usina foi violada em várias ocasiões. Ainda não temos elementos para uma avaliação precisa, mas isso não pode acontecer novamente”, declarou.
14 técnicos da AIPA acessaram a usina nuclear pelo território controlado pelos ucranianos. O diretor ficou duas horas no local, mas os técnicos da agência seguem por lá fazendo um relatório com os riscos e danos sofridos pela usina.
Usina nuclear ameaçada
Grossi também elogiou os funcionários da usina, que continuaram trabalhando para tentar manter os seis reatores seguros mesmo durante a guerra e forte ameaça. “Houve momentos em que os disparos eram evidentes, de metralhadoras pesadas, artilharia, morteiros em três ocasiões. Estávamos muito preocupados”, disse.
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Nenhum dos dois países envolvidos no conflito concordou com um cessar-fogo na região, mas ambos dizem não atacar a usina nuclear. Devido ao alto índice de bombardeios de disparos, criou-se um alerta para um possível acidente no local.
Ainda nesta quinta, uma linha de energia para a usina foi interrompida, o que causou a paralisação de mais um dos reatores. “É a segunda vez nos últimos 10 dias que as ações criminosas dos militares russos provocam o fechamento da unidade e o apagão da central elétrica”, disse a fornecedora de energia para o local em um comunicado.
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