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Com quase um ano de atraso, a GM conseguiu trazer para o Brasil seu mais recente veículo elétrico: o Bolt EV. Ele é um compacto mais avantajado, tem no assoalho um conjunto de baterias com 66 kWh e promessa de inaugurar (mais uma vez) a eletrificação da Chevrolet no país. Eu andei com este carro na pista de provas da marca e conto minha experiência nos próximos parágrafos.
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O primeiro modelo do Bolt chegou ao Brasil em 2020, com cara de Meriva mais curta. Encaixando o carro entre um hatch e uma minivan – seria um hatch médio? Agora, dois anos depois, a nova versão entrega visual mais coerente com outros veículos elétricos, sendo o principal deles a troca da entrada de ar frontal – que na verdade não entra ar, mas no Bolt 2020 ela simulava a grade e agora não simula mais.
Novo Bolt EV 2022 em vídeo
Os faróis são todos em LED e isso vale até para as luzes de indicação, que seguem o padrão americano e exibem sim o amarelo. O motor é quase o mesmo do modelo anterior, com 203 cavalos e 36,8 kgfm – o torque está 0,1 kgfm maior, mas a potência é a mesma.

Pisar no acelerador, mesmo com o Bolt EV querendo toda distância possível de qualquer palavra “esportiva”, faz o pequeno hatch médio arrancar do chão com 100% do torque. A ideia não é fazer o pneu cantar (ele não derrapa), mas sim dar segurança em ultrapassagens.
Passando para o interior, senti que ele é mais confortável e tecnológico. Isso acontece em alguns pontos, sendo o primeiro no acabamento black piano ocupando mais da frente, pela remoção da alavanca de marchas (carro elétrico não tem marcha) para deixar apenas os comandos em botões e indo até a troca dos acionadores do volante por outros que afundam de verdade – antes eram botões emborrachados, que exigem mais pressão dos dedos.

O console do motorista continua todo digital como antes, mantendo as 8 polegadas e luzes de indicação como o alerta para cinto de segurança, ainda dependem de LED próprio, mas a tela multimídia ficou mais evidente, mesmo que mantendo as 10,2 polegadas.
Fechando o conforto, o banco do motorista ganhou ajustes elétricos e furinhos fazem o ar passar. Seja para transpiração em dias quentes, seja para aquecimento com este tipo de recurso que está presente – poderia ter refrigeração, né?

Na direção a tração dianteira continua presente e o peso das baterias me deu a sensação de que é bem difícil perder o controle do carro. Tudo bem que o controle de tração dá aquela mão, mas ao menos na pista de provas da GM eu senti segurança até em curvas mais fechadas, enquanto mantive propositalmente a velocidade um pouco acima do normal.
No geral a sensação foi de evolução interessante para o modelo anterior, mas detalhes extras e como o novo Bolt EV 2022 lida com o cotidiano eu prometo para um review completo, que será publicado aqui no Olhar Digital nas próximas semanas.
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