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A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) incluiu no rol de procedimentos obrigatórios o teste para diagnóstico da varíola dos macacos. A medida, que consta em uma nova resolução normativa aprovada na terça-feira (20), garante a cobertura do exame por planos de saúde privados.
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“A inclusão do exame complementar na lista de coberturas obrigatórias foi feita de forma extraordinária, diante do cenário da doença que, atualmente, põe o Brasil entre os seis países com o maior número de casos confirmados em todo o mundo”, disse, em nota, a ANS.

Ainda segundo o comunicado, a incorporação do teste faz parte do processo dinâmico de revisão do rol, que já foi modificado 12 vezes em 2022, garantindo a cobertura obrigatória de 11 procedimentos e 20 medicamentos.
No ano passado, foram aprovadas alterações no processo de atualização. Até então, a lista era renovada a cada 2 anos. Com a mudança, as propostas passaram a ser analisadas de forma contínua pela área técnica da ANS, que avalia critérios variados como os benefícios clínicos comprovados, o alinhamento às políticas nacionais de saúde e a relação entre custo e efetividade.
De acordo com informações da Agência Brasil, a nova resolução normativa determina que os planos deverão cobrir os testes dos beneficiários que apresentarem indicação médica. O exame é realizado a partir de amostras de fluidos coletados diretamente de lesões que se manifestam na pele, usando um swab [cotonete estéril] seco. As análises permitem detectar a presença do vírus que causa a doença.
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Primeiro teste oficial de varíola dos macacos foi aprovado
Também na terça-feira (20), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do primeiro teste para diagnóstico de varíola dos macacos no Brasil. O kit molecular, fabricado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), detecta regiões genômicas dos vírus Orthopox, Monkeypox e Varicella Zoster.
Segundo o G1, a Anvisa já havia autorizado o uso emergencial dos kits de diagnóstico. Na mesma época, em agosto, a Fiocruz realizou o pedido oficial de registro – aprovado agora.
Conhecida internacionalmente como monkeypox, a varíola dos macacos é endêmica em regiões da África e se tornou uma preocupação sanitária devido a sua disseminação por diversos países desde maio. No Brasil, já são 7.019 casos e duas mortes, segundo dados mais recentes do Ministério da Saúde.
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