A cada tonelada de papel e papelão reciclado, cerca de vinte árvores têm suas vidas poupadas. Esse número já é suficiente para se ter uma ideia dos benefícios que a coleta e o descarte apropriado podem ter na natureza. Soma-se a isso o fato de que a produção de celulose com matéria-prima original tem também grandes impactos ambientais (como o descarte de mais materiais químicos necessários), o que torna mais relevante o reaproveitamento de itens de celulose.

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Árvores recém-plantadas
Crédito: Angela Peres/Secom

No Dia Mundial da Árvore, comemorado hoje (21), o Grupo Maeda Recicla destaca que processa, como pré-beneficiamento, uma média mensal de 800 toneladas de papelão. “Considerando quantas árvores seriam necessárias para se produzir papelão novo, chegamos a essa conta de 16.000 unidades”, explica Leonardo Maeda, CEO do Grupo Maeda Recicla. “O papelão foi o primeiro material que pré-benficiamos, quando meu pai começou a companhia, com o trabalho com os carrinheiros e catadores, ainda na década de 70. É um orgulho saber que nesses anos todos ajudamos tanto eles quanto a indústria de celulose e, mais importante ainda, o planeta como um todo”, finaliza Leonardo.

Mais do que um serviço de coleta e prensagem, a empresa, por meio do uso de tecnologia também orienta e auxilia as empresas geradoras de embalagens em geral a aplicar a logística reversa e dar um descarte ambientalmente correto aos materiais.

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“Recolhemos todas as embalagens não utilizadas e as pré-beneficiamos, então elas voltam para a indústria como matéria-prima. Com isso, a empresa deixa de gerar um passivo ao meio ambiente, para se tornar uma empresa ecológica e sustentável e ainda consegue lucrar com o que anteriormente era um peso”, conclui o executivo.

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