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Conforme noticiado pelo Olhar Digital, uma enorme tempestade de inverno atingiu 250 milhões de americanos e canadenses no último fim de semana, deixando quase 50 mortos, centenas de feridos e milhares de construções sem energia elétrica, além de muita destruição. O evento foi provocado por um fenômeno natural chamado ciclone bomba.
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Sem dúvida, essa é uma designação que assusta, mas, o que seria um ciclone bomba? Antes de chegarmos a essa resposta, vamos entender, primeiro, o que é um ciclone.
O que é um ciclone
Um ciclone (ou depressão atmosférica ou centro de baixas pressões) é uma região em que o ar relativamente quente se eleva e favorece a formação de nuvens e precipitação.
Por isso, tempo chuvoso e nublado, chuva e ventos fortes estão normalmente associados a centros de baixas pressões. A instabilidade do ar produz um grande desenvolvimento vertical de nuvens cumuliformes associadas a cargas de água.
“São regiões de baixa pressão atmosférica em torno das quais o vento sopra no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio no hemisfério norte e sopra no sentido do movimento dos ponteiros do relógio no hemisfério sul, porque a pressão atmosférica é mínima no seu centro e aumenta à medida que a distância ao centro aumenta”, descreve o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), serviço meteorológico de Portugal.
Isso causa o aumento dos ventos, já que estes se deslocam sempre de áreas de alta pressão para as de baixa pressão. Também faz com que o mar fique mais agitado, já que com a pressão menor o nível da água sobe, gerando grandes ondas.

Vale lembrar que furacões, ciclones e tufões são o mesmo fenômeno, só têm nomes diferentes dependendo da região onde ocorrem. No Atlântico Norte e Nordeste do Pacífico, eles são chamados de furacões. No Noroeste do Pacífico são chamados de tufões, e no Pacífico Sul, Oceano Índico e Atlântico Sul, de ciclones. Por isso, é comum ouvir nos noticiários sobre furacões atingindo os EUA e tufões no Japão, por exemplo.
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Por que “ciclone bomba”?
Um ciclone é classificado como “bomba” – ou “bombogenesis” (como é chamado pelos meteorologistas fora do Brasil) – quando essa queda de pressão é rápida demais, da ordem de 24 Hectopascais (HPa, a unidade usada para medir a pressão atmosférica) em 24 horas ou menos.
Quanto maior a queda de pressão, mais fortes são os ventos gerados. O nome foi cunhado por Fred Sanders, professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), devido à sua capacidade de causar grande destruição em um curto espaço de tempo, como a explosão de uma bomba.
Segundo os meteorologistas, a intensidade do ciclone bomba que se formou nos EUA e Canadá diminuirá nos próximos dias. Ainda assim, o alerta para os moradores das regiões mais ao norte é que evitem viagens que não sejam emergenciais.
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