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Após um ano conturbado, a Peloton encerra uma batalha judicial com os reguladores sobre questões de segurança do seu equipamento Tread+. A empresa entrou em um acordo de pagar mais de US$ 19 milhões para acabar com as acusações da Comissão de Segurança de Produtos de Consumo (CPSC) de que infringiu a lei por meio de sua resposta aos relatórios de lesões e ao recall subsequente.
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Em 2018, a Peloton começou a receber relatos de objetos, pessoas e até animais de estimação sendo puxados para baixo da esteira, o problema é que a empresa não se pronunciou imediatamente, como deveria. Após um tempo, a empresa apresentou relatório que indicava mais de 150 acidentes, 13 feridos e a morte de uma criança.
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A empresa também está sendo acusada de distribuir esteiras intencionalmente após o recall em maio de 2021, segundo o Engadget. Além do pagamento do acordo, foi incluído que seus produtos venham com um programa de conformidade anual.
Um porta-voz da empresa disse estar contente com o acordo feito com o CPSC e que isso cooperaria para melhorar a segurança de seus equipamentos. Ele também reforçou que estão buscando uma permissão para um retaguarda, com a intenção de melhorar a segurança da Tread+.

Quando o CPSC emitiu alerta sobre o uso das esteiras e as lesões que ela poderia causar, a Peloton disse que isso era “mentiroso e enganoso”, e que utilizar o equipamento era seguro desde que seguisse as instruções. A empresa concordou em recolher voluntariamente seu hardware semanas depois, mas isso ocorreu após 72 incidentes relatados na época.
O acordo surgiu devido ao péssimo ano de 2022, como forma de apoiar a empresa e ajudá-la a se reerguer. É possível que a Tread+ volte ao mercado após sua correção.
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