Aposentado desde o ano passado após ser diagnosticado com afasia, o ex-ator Bruce Willis recebeu outra notícia ruim. Sua família, em comunicado, informou que, em decorrência da doença acusada em março do ano passado, ele está com demência frontotemporal (DFT).

Infelizmente, desafios com comunicação são apenas um sintoma da doença que Bruce enfrenta. Enquanto isso é doloroso, é um alívio finalmente chegar a um diagnóstico claro.

Família de Bruce Willis em declaração à Associação para a Degeneração Frontotemporal

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Bruce Willis está com 67 anos e é um dos atores mais bem-sucedidos de Hollywood. Um de seus maiores sucessos no cinema foi a franquia “Duro de Matar”. Também foi celebrado ao lado de John Travolta, Samuel L. Jackson e dirigido por Quentin Tarantino em “Pulp Fiction”, “Armageddon” e em “O Sexto Sentido”.

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Willis foi casado duas vezes: a primeira com a também atriz Demi Moore, por 13 anos, tendo três filhos: Rumer (que divulgou o novo diagnóstico do pai), Tallulah e Scout; e sua atual esposa é a modelo Emma Heming, com quem tem outras duas filhas (Evelyn e Mabel).

O ex-ator não possui Oscars, mas levou dois Emmys: um pela série “A Gata e o Rato”, em 1987, e outro por participar de “Friends”, em 2000.

O que é a Demência Frontotemporal (DFT)?

A demência em si é a degeneração crônica, completa e costumeiramente irreversível da cognição de uma pessoa, levando a perda de memória. A DFT é responsável por 10% dos casos de demência.

De modo geral, ela atinge pessoas entre 55 e 65 anos, sendo que a incidência em homens e mulheres é similar. Entre suas características, estão atrofia grave, perda neuronal, gliose e presença de neurônios anormais (células de Pick, que também dão o nome à DFT de Doença de Pick) contendo inclusões (corpos de Pick).

Metade dos casos de DFT é hereditário, contudo, não se sabe se a família de Bruce Willis possui tal tendência.

Com informações de g1 e Manual MSD

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