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Inaugurado em 19 de janeiro no Parque Yitzhak Rabin em Botafogo, no Rio de Janeiro, o Memorial às Vítimas do Holocausto utiliza a tecnologia das mesas de exposição para apresentar detalhes sobre populações perseguidas pelos nazistas – judeus, ciganos, negros, pessoas com deficiência e comunidade LGBTQIAP+, por exemplo.
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A Mesa dos Acolhidos projeta algumas imagens que permitem ao visitante acessar informações sobre cerca de 3 mil pessoas que se refugiaram no Brasil.
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- O recurso apresenta diversas informações sobre os sobreviventes do holocausto com uma ficha completa de informações – como data, cidade de nascimento e passagem por campos de concentração.
- As informações foram obtidas da Base Nacional Integrada de Sobreviventes do Holocausto, que agrega informações desde 2011.
- Os dados sobre os sobreviventes do holocausto começaram a ser coletadas no Brasil em 2011, com a criação do Museu do Holocausto de Curitiba.
- Em 2013, a partir da enorme quantidade de informações sobre as pessoas perseguidas pelo nazismo, foram criados documentos, planilhas e fichas que detalham suas vidas no Brasil.
- Em 2018, a Base Nacional Integrada de Sobreviventes do Holocausto agregou informações sobre a população perseguida pelo nazismo.
A disponibilização dessa base de dados ao público é uma novidade. Afinal, as informações podiam ser acessadas apenas pela equipe do museu em computadores internos. Agora, com a parceria entre o Museu do Holocausto de Curitiba e o Memorial do Rio, as informações são disponibilizadas ao público de ambos os espaços na interface da Mesa dos Acolhidos.
Com a tecnologia, o Museu do Holocausto de Curitiba prevê que o número de pessoas cadastradas na base de dados de sobreviventes deve aumentar. No final de dezembro de 2022, 2.830 pessoas estavam registradas.
No memorial, é possível solicitar a inserção de sobreviventes que não ainda não estão na base através de um QR Code que direciona o visitante para entrar em contato com a equipe do museu. O e-mail é: [email protected].
A partir daí, o Departamento de História entrará em contato com a família do sobrevivente para apurar as informações, verificar a veracidade dos fatos e inserir os dados no sistema.
Imagem destaque: Albert Andrade/Divulgação.
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