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A Volkswagen confirmou que vai está suspender os planos de construir uma fábrica de baterias na Europa Oriental para priorizar uma nova planta na América do Norte. O motivo são os incentivos da Lei de Redução da Inflação, adotada nos Estados Unidos no ano passado.
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Essa lei, que também ficou conhecida pela sigla em inglês IRA (“Inflation Reduction Act“), foi anunciada em agosto passado pelo governo Biden. Seu objetivo, como o nome diz, é diminuir a inflação por meio de investimentos na área de energia, o que também beneficia as empresas que manufaturam baterias.
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O que diz a Volkswagen
A montadora alemã anunciou a decisão nesta quarta-feira (8) e estima que as novas instalações podem render de 9 a 10 bilhões de euros em subsídios. “Estamos avançando muito mais rápido na América do Norte”, acrescentou um fonte interna à Reuters
Planos da montadora
- Sob o comando do ex-presidente-executivo Herbert Diess, a Volkswagen disse em março de 2021 que construiria 6 fábricas de baterias na Europa, com capacidade total de 240 gigawatts-hora.
- Em outubro de 2022, a empresa indicou que planejava estabelecer uma fábrica na Europa Oriental nos primeiros seis meses de 2023 (o prazo pelo visto não será cumprido).
- O plano, no entanto, conforme um comunicado divulgado hoje, ainda está valendo.
“Mantemos nosso plano de construir fábricas de células na Europa até 2030, mas para isso precisamos das condições estruturais corretas”, disse a VW.
Um porta-voz declarou que a montadora “ainda está avaliando locais adequados” para suas novas fábricas de células de baterias, tanto na Europa quanto na América do Norte. “Nenhuma decisão foi tomada ainda”.
A primeira das seis fábricas será na Suécia, com participação de 20% da VW. Uma segunda, na Alemanha, será construída até 2025 em parceria com a chinesa Gotion High-Tech, 26% será da montadora. Em março do ano passado, também foi escolhido um local na Espanha para uma terceira fábrica.
Europa em risco?
O membro do conselho da Volkswagen, Thomas Schmall, postou recentemente no LinkedIn que a Europa corre o risco de perder “a corrida por bilhões” de investimentos nos próximos meses se nada fizer para combater as condições mais atraentes oferecidas pelos americanos.
O executivo disse que participou de uma discussão com autoridades da UE sobre condições necessárias para a produção de baterias no Velho Continente, o que incluiu principalmente ajuda estatal equiparada ao que é oferecido na China e na América do Norte.
Imagem principal: askarim/Shutterstock
Via: Reuters
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