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A OMS (Organização Mundial da Saúde) alterou algumas recomendações sobre os reforços de vacinação contra a Covid-19, diante da nova fase da pandemia. Essa mudança ocorre em paralelo à declaração da ONU, que enxerga novo cenário de grupo de risco em contraste diferente ao início da crise sanitária – considerando os altos índices de vacinados.
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Conheça o novo plano prioritário da OMS:
- O público adulto saudável com idade inferior a 60 anos não precisará de doses adicionais da vacina;
- Pessoas com idade entre seis meses e 17 anos também descartam o reforço, mesmo as com comorbidades;
- A nova proposta mantém prioridade para idosos, pessoas com imunidade baixa, adultos com outras patologias, grávidas e os profissionais de saúde, ou seja, as pessoas com maiores chances de desenvolver quadros graves ao serem infectados.
Leia mais:
- Quais são as reações da vacina bivalente Pfizer?
- Qual é a probabilidade de pegar Covid-19?
- A vacina bivalente contra covid-19 é confiável?
O novo plano sustenta a vacinação inicial e a primeira dose de reforço. Já os demais terão espaço de seis a 12 meses, diante as especificidades dos casos. A OMS aponta que os demais grupos deverão ter menos prioridade, destacando crianças e adolescentes saudáveis.
Brasil registra mais de 700 mil mortes por Covid-19
Cerca de três anos após registrar o primeiro óbito em decorrência do vírus, o Brasil alcançou a marca de mais de 700 mil mortos pela Covid-19.
Esses registros também apresentaram novo perfil de vítimas em maior escala quando comparado aos períodos anteriores, desde o início da pandemia. A última atualização do CONASS registrou 700,23 mil óbitos.
Com informações de UOL e Agência Brasil
Imagem destacada: Pfizer
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