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Quando a sonda Hakuto-R falhou ao tentar atingir a superfície lunar, na última terça-feira (25), não foi apenas o Japão que viu desmoronar o sonho de pousar pela primeira vez na Lua. O equipamento carregava consigo o rover Rashid, dos Emirados Árabes Unidos (EAU), que também foi perdido com o fracasso da missão.
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No entanto, o resultado decepcionante para o que poderia ter sido um feito histórico foi encarado de forma positiva pelos cientistas do Centro Espacial Mohammed Bin Rashid (MBRSC), em Dubai.
“Embora o Rashid Rover e outras cargas úteis a bordo do módulo de pouso não tenham tido a chance de continuar em suas respectivas missões, a equipe da MBRSC ainda está orgulhosa das conquistas, incluindo o desenvolvimento de um rover e se tornar a primeira missão árabe a entrar na órbita da Lua”, diz o trecho de um comunicado publicado pela organização no Twitter. “Depois de chegar tão perto da Lua, a equipe do MBRSC está inspirada e acredita que maiores realizações ainda estão por vir em nossa busca pela exploração espacial”.
De todos os países do mundo, apenas três já pousaram com sucesso na Lua: os EUA, a Rússia e a China. Assim, mesmo uma tentativa já é uma conquista notável. E se tivesse saído tudo dentro do planejado, a missão também teria significado o primeiro pouso lunar financiado pelo setor privado, já que o módulo lunar japonês é um equipamento da startup ispace.
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Na quarta-feira (26), o governante de Dubai, xeque Mohammed bin Rashid, que também é primeiro-ministro e vice-presidente dos EAU, anunciou que “não há tempo para o luto”, e que uma nova tentativa será feita o mais breve possível.
“Apesar dos contratempos, mantivemos nossas aspirações altas”, disse o xeque Mohammed em entrevista ao site Arab News. “Os EAU construíram um setor espacial a partir do zero em apenas 10 anos, e a missão do rover Rashid foi impulsionada pela visão ambiciosa do país para a exploração espacial”.
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