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O Ministério da Agricultura e Pecuária determinou o recolhimento de quatro lotes de feijão pela presença de grãos impróprios para consumo. Os produtos eram das marcas Da Mamãe e Sanes.
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Impróprios para consumo
Os feijões foram encontrados no estado do Rio de Janeiro e no Distrito Federal, e estavam mofados e “ardidos”.
De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o grão é “ardido” quando é possível perceber a fermentação na parte interna, causada por umidade ou calor em excesso. Esses grãos podem ser consumidos até certo ponto. Porém, quando ultrapassarem o limite de 15%, indicam que o produto está impróprio para consumo.
Segundo o governo, os feijões estragados podem apresentar riscos à saúde pela presença micotoxinas, que causam intoxicações alimentares e reações alérgicas.
Pronunciamento do Ministério
O Ministério da Agricultura e Pecuário se pronunciou em um comunicado.
O Ministério da Agricultura ressalta ainda a importância que os consumidores verifiquem se possuem algum pacote de feijão das marcas e lotes mencionados em suas residências ou restaurantes. Caso tenham adquirido esses produtos, o consumo deve ser interrompido imediatamente e o consumidor deve entrar em contato com o comércio onde foi adquirido para o procedimento de devolução ou descarte adequado.

Lotes de feijão impróprios para consumo
- Lote 6 do feijão preto da marca Da Mamãe.
- Lote 51 do feijão cores da marca Da Mamãe.
- Lote 030423 do feijão preto da marca Sanes.
- Lote 080323 do feijão preto da marca Sanes.
Outros casos
No final de março, outro caso chamou a atenção dos consumidores: a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de lotes de maionese Fugini em estoque na fábrica de Monte Alto, em São Paulo.
A inspeção da Anvisa no local identificou falhas relacionadas à higiene, controle de qualidade e segurança das matérias-primas, além da falta de controle de pragas, rastreabilidade, entre outros.
A Fugini destacou, em um post de Instagram, que não haveria recall de produtos comercializados. Desde então, a empresa continua no radar dos consumidores por outras infrações.
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