Exoesqueleto robótico promete auxiliar pacientes paraplégicos em SP

Parceria busca avanços na reabilitação de pacientes com paraplegia em São Paulo, por meio de exoesqueletos robóticos
Ana Luiza Figueiredo
Ana Luiza Figueiredo 30/05/2023 18:03, atualizada em 31/05/2023 21:26

Uma parceria entre a Rede Lucy Montoro e a startup francesa Wandercraft traz esperança para pacientes com paraplegia em São Paulo. Por meio de um acordo de colaboração, essas instituições prometem avanços na reabilitação com o uso de exoesqueletos robóticos, permitindo que pacientes recuperem a mobilidade e realizem tarefas como caminhar e subir escadas.

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A parceria visa impulsionar pesquisas científicas e tecnológicas para aprimorar a reabilitação de pacientes com paraplegia. A iniciativa foi autorizada pelo governo de São Paulo.

São pesquisas e iniciativas que vão trazer a qualidade de vida de volta para muitas pessoas. Imagine, a pessoa vai vir para cá para ter a experiência de caminhar novamente. Ela estará trabalhando o corpo que vai começar a funcionar melhor, trabalhando o cérebro e a autoestima. Ela vai sair daqui uma pessoa diferente, em um ambiente onde ela está sendo acolhida. E isso não tem preço.

Governador Tarcísio de Freitas
  • O exoesqueleto robótico possui um sistema avançado de controle de equilíbrio, oferecendo aos usuários maior estabilidade e controle durante os movimentos.
  • Ele tem capacidade de programar uma variedade de ações, como: sentar, levantar, caminhar para frente, para trás e para os lados, além de subir e descer escadas. Tecnologia tem o potencial de revolucionar a forma como a reabilitação é realizada.
  • Essa inovação promete trazer novas perspectivas e oportunidades de mobilidade para os pacientes com paraplegia, permitindo que eles recuperem parte da autonomia perdida.
  • Representa um avanço significativo no campo da reabilitação, oferecendo aos pacientes a possibilidade de realizar ações que antes eram limitadas ou impossíveis de serem executadas.
  • Essa tecnologia oferece uma esperança renovada para os pacientes, proporcionando-lhes maior independência e melhor qualidade de vida, ao permitir que eles se movimentem de forma mais natural e realizem tarefas cotidianas com maior facilidade.
  • A capacidade de controlar o equilíbrio e executar diferentes ações programadas torna o exoesqueleto robótico uma ferramenta promissora na reabilitação de pacientes com paraplegia, abrindo caminho para uma recuperação mais efetiva e uma maior reintegração na sociedade.

Além da parceria, também foi assinado um termo de cooperação entre o InovaHC, as empresas Atos Brasil e Quantics4All, com o objetivo de desenvolver biomarcadores cerebrais baseados em computação quântica. Esses biomarcadores são indicadores biológicos que auxiliam no diagnóstico e quantificação da sensibilização em pacientes com dor crônica, abrindo caminho para tratamentos mais eficazes e precisos.

Ao utilizar a computação quântica, os pesquisadores poderão analisar e combinar informações de diferentes sinais biológicos, identificando alterações de comportamento da fisiologia de cada paciente. Essa análise aprofundada contribui para o entendimento dos mecanismos da sensibilização central da dor, um desafio significativo na área médica atual.

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Ana Luiza Figueiredo
Ana Luiza Figueiredo

Ana Figueiredo é editora de tecnologia do Olhar Digital. É formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU).

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