Siga o Olhar Digital no Google Discover
A terça-feira, 4 de julho, foi marcada como o dia mais quente já registrado da história do planeta. A alta das temperaturas nos últimos dias afetou até mesmo a Groenlândia, no Ártico, causando o derretimento de ilhas de neve e gelo.
Ofertas
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Os pesquisadores perceberam isso a partir de imagens feitas pelo satélite Sentinel-2, da Agência Espacial Europeia. Fotos feitas entre os dias 29 de junho e 3 de julho da Ilha de Nares, no norte da Groenlândia, mostraram uma significativa perda de camada de neve da ilha e que acabou por deixar expostas as calotas de gelo.
De acordo com dados da União Europeia, a região do ártico tem passado por uma alta nas temperaturas superior à média global. A onda de calor que afetou a região nos últimos dias, deixou a temperatura do ar 10 graus Celsius acima do esperado para essa época do ano.
Leia mais:
- Super El Niño causará calor extremo, alerta ONU
- Aquecimento global deve quebrar barreira histórica de temperatura, alerta ONU
- Temperatura do planeta pode aumentar 3 graus
Dia mais quente da história
De acordo com os Centros Nacionais de Previsão Ambiental dos Estados Unidos, ligados a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA), o dia 4 foi o mais quente da história.
A temporada de calor tem afetado o mundo todo, na China, as temperaturas estão se mantendo acima dos 35 °C e no norte da África, elas estão próximas aos 50 °C. No sul dos Estados Unidos, a sensação térmica de 40 °C já dura duas semanas e causou a morte de pelo menos 13 pessoas até agora.
O governo do México anunciou na quinta-feira, 29 de junho, que entre os dias 12 e 25 de junho morreram mais de 100 pessoas devido à onda de calor na região norte do país.
O El Niño já está entre nós e dessa vez em uma versão mais extrema que vem sendo chamada de “super”. O alerta para o começo do fenômeno foi dado pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), órgão ligado à ONU, nesta terça-feira (4).
Segundo o órgão, os governos precisam se preparar para ondas de calor extremo e mudanças climáticas durante o segundo semestre. A OMM acrescentou que há 90% de probabilidade de que as condições do El Niño continuem no segundo semestre de 2023 e até o final do ano.
Já assistiu aos novos vídeos no YouTube do Olhar Digital? Inscreva-se no canal!