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A Microsoft negocia uma extensão do contrato de compra da Activision Blizzard, cujo prazo termina nesta terça-feira (18). O plano é conseguir mais tempo para superar obstáculos regulatórios e finalmente oficializar o acordo de US$ 69 bilhões pela desenvolvedora de jogos.
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O que muda:
- Vale ressaltar que o fim do prazo não altera o andamento do negócio.
- A principal diferença é que a Activision fica livre para desistir da operação.
- A Microsoft quer a extensão do contrato para garantir que outro comprador não convença a Activision a mudar de ideia, dizem fontes anônimas da Reuters.
- Os termos em negociação entre as partes permanecem em sigilo.
- A Microsoft e a Activision também não comentaram o caso.
Leia mais:
- Microsoft-Activision: Reino Unido estende prazo para decidir sobre compra
- Microsoft-Activision: FTC perde e acordo pode ser finalizado já neste sábado
- Microsoft e Activision: para órgão canadense, compra pode prejudicar concorrência
- CEO da Microsoft afirma que compra da Activision não freia concorrência
Entrave no Reino Unido
- Uma extensão também daria às empresas mais tempo para encontrar uma solução viável no Reino Unido.
- Os reguladores britânicos são os únicos que ainda tentam impedir a conclusão do negócio, considerado o maior no setor de jogos.
- O regulador antitruste do país, a Autoridade de Concorrência e Mercados (CMA), concordou recentemente em estender sua investigação até o dia 29 de agosto para permitir mais negociações com as empresas.
- Em abril, a CMA foi o primeiro grande regulador a bloquear a aquisição da Activision, citando preocupações sobre o impacto na concorrência.
A Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC) também se opôs ao acordo, mas sofreu derrota na semana passada, quando um tribunal federal rejeitou o pedido da FTC de interromper temporariamente o negócio. O advogado da Microsoft, Daniel Beard, afirma que o Reino Unido permanece como “o único impedimento para fechar o acordo”.
Com informações da Reuters
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