O Federal Reserve, órgão governamental econômico dos EUA, iniciou na última quinta-feira (20) as operações do FedNow, um sistema de pagamento instantâneo bastante semelhante ao Pix.

  • O serviço é muito aguardado no país e seu lançamento visa modernizar o sistema de pagamentos para que norte-americanos possam enviar e receber dinheiro em questão de segundos;
  • Igual ao Pix, o FedNow funcionará 24 horas por dia, 7 dias por semana;
  • Com o novo sistema, os EUA se juntam ao Reino Unido, Brasil, Índia, e países da União Europeia, que já contam com serviços semelhantes.

O Federal Reserve criou o FedNow Service para ajudar a fazer pagamentos diários nos próximos anos de maneira mais rápida e conveniente. Com o tempo, à medida que mais bancos optarem por usar essa nova ferramenta, os benefícios para indivíduos e empresas incluirão permitir que uma pessoa receba um contracheque imediatamente ou uma empresa acesse fundos instantaneamente quando uma fatura for paga.

Jerome H. Powell, presidente do Federal Reserve.

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De acordo com o comunicado do Federal Reserve, responsável pelas operações do FedNow, o serviço está sendo lançado para 35 bancos e cooperativas de crédito que concluíram a certificação para usar o sistema. Também estão na lista o U.S. Treasury’s Bureau of the Fiscal (Departamento Fiscal dos Estados Unidos) e 16 prestadores de serviços.

Os primeiros bancos a adotar o sistema incluem JPMorgan Chase, Wells Fargo e Bridge Community Bank. Conforme informou o The Verge, em junho, o Federal Reserve disse que Bank of New York Mellon e US Bancorp também estavam prontos para utilizar o FedNow.

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O órgão econômico norte-americano afirmou que está empenhado em trabalhar com mais de 9.000 bancos e cooperativas de crédito em todo o país para aumentar a disponibilidade do FedNow para seus clientes.

Ainda que o limite de envio estabelecido pelo Federal Reserve tenha sido US$500.000, inicialmente, as instituições financeiras participantes começarão com um limite padrão de US$100.000, podendo aumentar ou diminuir o valor.

Com informações de CNN, The Verge e Federal Reserve.

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