A Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, aprovou uma atualização das vacinas contra a Covid-19 das farmacêuticas Moderna e Pfizer. O objetivo é garantir a proteção contra as variantes mais recentes do coronavírus, a Éris e a Pirola.

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Novo surto de Covid-19 nos EUA

  • A atualização dos imunizantes foi necessária, segundo a FDA, em decorrência do aumento do número de casos de Covid-19 com a proliferação das novas variantes no hemisfério norte.
  • Nos Estados Unidos, por exemplo, as hospitalizações de pacientes aumentaram, embora a quantidade de mortes pela doença continuem nos níveis mais baixos desde o início da pandemia.
  • O novo componente adicionado às vacinas visa combater especificamente a Ômicron e suas subvariantes.
  • A eficiência dos novos imunizantes foi testada e confirmada pela agência reguladora de medicamentos dos EUA.
Atualização das vacinas visa garantir proteção contra as variantes mais recentes da Covid-19 (Imagem: Nhemz/Shutterstock)

Atualização das vacinas evita proliferação de novas variantes

O diretor do Centro de Avaliação e Pesquisa Biológica da FDA, Peter Marks, afirmou que as vacinas obedecem aos padrões científicos rigorosos da agência, desde segurança e eficácia à qualidade de fabricação. Os imunizantes são de dose única e monovalentes, ou seja, direcionados a apenas uma cepa do SARS-CoV-2, a Ômicron e suas subvariantes.

A aplicação pode ser feita em pacientes com idade a partir de 12 anos. Crianças não vacinadas entre seis meses e quatro anos também poderão receber uma dose, com uso emergencial se estendendo até os 11 anos.

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Segundo a FDA, as vacinas devem ser atualizadas anualmente, assim como é feito com os imunizantes contra a gripe. A medida é uma garantia de proteção contra possíveis variantes mais infecciosas que possam surgir e que exijam esforços redobrados pelos órgãos de saúde.

A European Medicines Agency, agência de regulação europeia de saúde, também aprovou a atualização dos imunizantes. Já no Brasil, a Pfizer enviou um pedido para aprovação da atualização dos imunizantes à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 19 de julho deste ano.

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