Google doa dinheiro para vítimas dos confrontos em Israel e Gaza

Em comunicado, Sundar Pichai, CEO da Alphabet anunciou a doação de 8 milhões para apoiar a população afetada pelo conflito
Google
(Imagem: JHVEPhoto / Shutterstock)

O Google anunciou que US$8 milhões (mais de R$40 milhões) serão destinados para doações a organizações sem fins lucrativos de todo o mundo que oferecem ajuda aos civis afetados pelo conflito entre Israel e Gaza.

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  • Em comunicado publicado por Sundar Pichai, CEO da Alphabet, controladora do Google, o executivo explica que comunicou seus funcionários sobre o apoio humanitário dos civis de Israel e Gaza;
  • O Google.org, braço filantrópico da empresa, destinará US$3 milhões para “apoio psicológico e emocional das vítimas, crianças e famílias” da região;
  • A empresa destinou US$1 milhão de sua receita em anúncios de pesquisa para organizações sem fins lucrativos;
  • Realizando parcerias entre empresas, funcionários do Google conseguiram arrecadar US$1milhão para a doação;
  • Além disso, o Google.org se comprometeu a enviar mais US$3 milhões para apoiar a organização Save the Children, que fornece bens essenciais para pessoas de Gaza;
  • A big tech lista outras organizações apoiadas pela campanha de doação, como Magen David Adom, ERAN, Palestine Red Crescent Society e UNICEF — Palestina.

No e-mail enviado aos colaboradores, Pichai destaca que a empresa trabalhou para garantir que todos os funcionários que estavam na região fossem contabilizados (cerca de 2.000 profissionais) e disse que os escritórios da empresa em Tel Aviv e Haifa (cidades de Israel) estão abertos para recebê-los.

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O CEO também demonstrou suas condolências pela tragédia causada pelo conflito: 

Os nossos Googlers palestinianos, árabes e muçulmanos estão profundamente afetados por um aumento preocupante da islamofobia e observam com pavor como os civis palestinianos em Gaza sofreram perdas significativas e temem pelas suas vidas no meio da escalada da guerra e da crise humanitária. Nenhuma palavra pode apagar essa dor.

Sundar Pichai, CEO da Alphabet.

O comunicado também cita que a big tech continuará a moderar conteúdos relacionados ao conflito para “combater a desinformação, discurso de ódio e conteúdos terroristas”.

Serviços do Google estão sendo utilizados por instituições das regiões afetadas. Em Israel, o Ministério da Educação está usando o Meet como principal forma de ensino. Já na Palestina, o programa de competências e empreendedorismo digital Palestine Launchpad está apoiando pessoas impactadas pela guerra.

William Schendes
William Schendes

Jornalista em formação pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP). Mesmo com alguns assuntos negativos, gosta ficar atualizado e noticiar sobre diferentes temas da tecnologia.

Lucas Soares
Lucas Soares

Lucas Soares é editor de Ciência e Espaço no Olhar Digital e formado em Jornalismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.

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