Siga o Olhar Digital no Google Discover
O Conselho Estadual do Meio Ambiente (Coema) do Ceará adiou a votação da construção da usina de dessalinização que pode trazer riscos à internet em todo o Brasil.
Ofertas
Por: R$ 4,66
Por: R$ 241,44
Por: R$ 241,44
Por: R$ 1.449,99
Por: R$ 3.799,00
Por: R$ 1.999,99
Por: R$ 999,00
Por: R$ 889,00
Por: R$ 79,90
Por: R$ 59,90
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 188,99
Por: R$ 949,00
Por: R$ 1.709,05
A Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), responsável pelo órgão, não divulgou o motivo do adiamento, segundo o g1. A reunião estava programada para acontecer em Fortaleza (CE), nesta quinta-feira (19), e também analisaria a aprovação de outros projetos.
Leia mais:
- Como adicionar uma linha no Word [4 modos]
- O que é turbulência no avião?
- Julgamento do Google: cinco pontos para você entendê-lo
A usina de dessalinização, chamada de Dessal do Ceará, foi apresentada em setembro de 2023 e tem como objetivo melhorar o abastecimento de água potável no Estado. No entanto, entidades que representam empresas de telecomunicações e operadoras são contra o projeto devido ao possível dano aos cabos submarinos localizados na praia do Futuro, essenciais para o sinal de internet no País.
Preocupação das empresas
- O rompimento desses cabos poderia comprometer parcialmente a internet brasileira e até mesmo de países vizinhos, causando instabilidades e até mesmo um apagão na rede;
- Por sua vez, a companhia de água e esgoto garante que a infraestrutura da usina não representará nenhum risco aos sistemas de comunicação e que o projeto foi modificado para aumentar a distância entre a infraestrutura da usina e os cabos submersos;
- A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) afirmou que está acompanhando de perto o caso e, se necessário, proporá soluções alternativas para garantir que a usina funcione sem prejudicar a conexão dos brasileiros;
- Até o momento, a nova data para a votação não foi divulgada pelo governo estadual.
Amazon e Jeff Bezos sob pressão por desinformação da Alexa
Na última quarta-feira, legisladores americanos pressionaram o fundador da Amazon, Jeff Bezos, sobre os planos da empresa para evitar a disseminação de desinformação antes das eleições de 2024. Isso ocorreu após uma reportagem do The Washington Post, trazido pelo Olhar Digital aqui, revelar que a assistente de voz da empresa, a Alexa, propagou alegações falsas de que as eleições de 2020 foram fraudadas.
Leia a matéria completa aqui