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A Virgin Atlantic realizou o primeiro voo transatlântico movido inteiramente por combustível sustentável de aviação (SAF) nesta terça-feira (28), usando motor fabricado pela Rolls-Royce.
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Pouco depois do sucesso da empreitada, a companhia de luxo anunciou mudança na estratégia: vai vender sua unidade de modelos elétricos para focar apenas nos motores a jato à base de querosene. Assim, ela contará apenas com o SAF como alternativa para alcançar as metas de descarbonização.
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Rolls-Royce na aviação
- A empresa é conhecida por seus carros de luxo, mas também fabrica motores e sistema a jato para grandes aviões, como alguns modelos Airbus e Boeing;
- Como muitas empresas do setor, a Rolls-Royce foi impactada pela pandemia, o que, agora, a deixa em situação de recuperação. Na época, inclusive, chegou a demitir nove mil funcionários e anunciou o corte de mais 2,5 mil cargos administrativos e de gestão no mês passado;
- Já esse ano, o executivo Tufan Erginbilgic assumiu o posto de CEO com o objetivo de “salvar” a empresa, aumentando a receita como um todo;
- Nesse contexto, após o sucesso do voo da Virgin Atlantic usando SAF, a Rolls-Royce anunciou que vai vender sua unidade de modelos elétricos. Segundo Erginbilgic, a estratégia faz parte da nova “alocação de recursos” e que os modelos teriam mais valor para “terceiros”;
- A companhia também já havia anunciado reduções em outras divisões, como a R2 Factory, unidade de software de IA e de captura de carbono no ar.

Novo foco
Agora, o novo foco da Rolls-Royce será nos motores a jato, com a esperança de que eles impulsionem o crescimento de receita da empresa.
Estamos criando uma Rolls-Royce de alto desempenho, competitiva, resiliente e em crescimento, que terá a força financeira para controlar e moldar seu próprio destino.
Tufan Erginbilgic, CEO da Rolls-Royce, em comunicado
Na prática, a companhia vai duplicar a aposta nos motores a jato à base de querosene como futuro dos voos da empresa, ao invés de optar pelo investimento na eletrificação.

Sustentabilidade na Rolls-Royce
No entanto, mesmo que a empresa tenha mudado o foco e deixe a eletrificação de lado, metas ambiciosas são esperadas da indústria da aviação.
Agora que a Rolls-Royce não terá mais unidade elétrica, contará apenas com o SAF para cumprir com os objetivos sustentáveis. Vale lembrar que, apesar do sucesso do voo da Virgin Atlantic, a tecnologia ainda está em estágios iniciais de implementação.