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A Activision Blizzard e o Departamento de Direitos Civis (CRD) da Califórnia finalmente chegaram a um acordo após o regulador processar a empresa por discriminação de funcionárias mulheres. A dona de Call of Duty pagará US$ 50 milhões para encerrar o processo judicial, enquanto o CRD retirará as acusações de assédio sexual.
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O que aconteceu?
- Em 2021, a CRD processou a Activision por sexismo e misoginia ao oferecer salários inferiores e negar oportunidades de promoção a suas funcionárias mulheres;
- Deste então, a empresa entrou na mira de uma ampla investigação, que incluía também denúncias de assédio sexual sistêmico;
- Com o acordo, visto pela Reuters, o CRD concordou em finalizar o processo a partir do pagamento indenizatório e deve também retirar algumas acusações, como as de assédio;
- Além do pagamento de US$ 50 milhões, a Activision também se comprometeu em adicionar medidas para garantir práticas justas de remuneração e promoção às mulheres da empresa;
- O acordo está sujeito à aprovação do tribunal.
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No acordo, o CRD reconheceu expressamente que ‘nenhum tribunal ou investigação independente fundamentou quaisquer alegações de que houve assédio sexual sistêmico ou generalizado na Activision Blizzard.
Activision sobre o acordo retirar as acusações de assédio sexual.
Além dessas medidas, a CRD explicou ainda que a fabricante de jogos irá fornecer “alívio monetário” às mulheres que foram funcionárias ou contratadas na Califórnia entre 12 de outubro de 2015 e 31 de dezembro de 2020, período quando, segundo processo, ocorreram as acusações.
Vale lembrar que essa não é a primeira vez que a Activision é obrigada a desembolsar uma boa quantia para resolver processos de discriminação contra mulheres. Em 2021, a companhia concordou em pagar US$ 18 milhões para resolver reivindicações semelhantes feitas pela Comissão de Igualdade de Oportunidades de Emprego. No mais, o atual processo também resultou no pagamento de US$ 35 milhões para resolver questões regulatórias vinculadas a ação após investigação da SEC (similar à CVM).
Importante destacar também que, desde outubro, a fabricante está sob o guarda-chuva da Microsoft, já que foi comprada oficialmente pela big tech. A aquisição, no entanto, que já enfrentou diversos obstáculos, pode voltar a ser pauta no tribunal dos EUA. Entenda aqui!