A OpenAI, apoiada pela Microsoft, atingiu a marca de US$ 2 bilhões (aproximadamente R$ 10 bilhões) de receita em dezembro de 2023, revelou a agência de notícias Reuters nesta sexta-feira (09). E a expectativa da empresa de Sam Altman, especializada em inteligência artificial (IA), é mais do que duplicar esse valor até 2025.

Para quem tem pressa:

  • A OpenAI, apoiada pela Microsoft, atingiu a marca de US$ 2 bilhões (aproximadamente R$ 10 bilhões) de receita em dezembro de 2023, revelou a Reuters nesta sexta-feira (09);
  • A expectativa da empresa de Sam Altman é mais do que duplicar esse valor até 2025, com o aumento da demanda por produtos com inteligência artificial (IA) generativa – tecnologia por trás do ChatGPT, por exemplo;
  • Atualmente, o CEO negocia investimento trilionário para superar as limitações atuais da produção de chips, cruciais para o avanço da IA.

Até lá, a OpenAI espera aumento da demanda por produtos com inteligência artificial (IA) generativa – tecnologia por trás do ChatGPT, por exemplo. Isso porque esse aumento impulsionaria sua receita. Atualmente, a empresa está avaliada em US$ 80 milhões (R$ 400 milhões).

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OpenAI negocia investimento trilionário

sam altman
(Imagem: jamesonwu1972/Shutterstock)

O CEO da OpenAI, Sam Altman, negocia, inclusive com o governo dos Emirados Árabes Unidos, a arrecadação de fundos para ampliar a capacidade global de fabricação de chips, essenciais para impulsionar principalmente a inteligência artificial (IA). É como se eles fossem anabolizantes para a tecnologia.

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Segundo o Wall Street Journal, o projeto de Altman pode exigir investimento de US$ 5 trilhões (aproximadamente R$ 25 trilhões) a US$ 7 trilhões (R$ 35 trilhões). A quantia supera em muito o tamanho atual da indústria global de semicondutores, cujas vendas foram de US$ 527 bilhões (R$ 2,6 trilhões) em 2023.

Os planos para arrecadar fundos enfrentam obstáculos significativos e visam resolver as limitações no crescimento da OpenAI – entre eles, a escassez de chips de IA, que são caros mas necessários para treinar grandes modelos de linguagem. Altman frequentemente lamenta que não há chips suficientes, conhecidos como unidades de processamento gráfico (GPUs), para alimentar a busca da OpenAI pela “IA geral”.