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Na segunda-feira (2), o Departamento Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) do Paraná iniciou uma ação contra a Netflix para acabar com as taxas de compartilhamento de senha aplicadas pela empresa. Conforme divulgado pelo F5, da Folha, a entidade aponta a medida como ilegal e abusiva contra os assinantes da plataforma.
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Entenda:
- O Procon do Paraná registrou uma ação contra a Netflix para barrar a proibição do compartilhamento de senhas entre usuários;
- A medida começou a ser adotada pela empresa no ano passado, e passou a valer no Brasil em maio;
- O processo corre no Tribunal de Justiça de Minas Gerais, unificado a uma multa de R$ 11 milhões que já havia sido aplicada pelo Procon do estado à gigante do streaming;
- A Netflix ainda não se manifestou;
- Seguindo os passos da Netflix, a Max e o Disney+ também anunciaram que vão barrar com o compartilhamento de senhas em breve.

O processo corre no Tribunal de Justiça de Minas Gerais, e foi unificado a uma multa de R$ 11 milhões aplicada em julho pelo Procon do estado à Netflix, pelo mesmo motivo. A empresa começou a implementar a medida no ano passado e, aqui no Brasil, a restrição começou a valer em maio. Atualmente, os assinantes devem pagar uma taxa mensal de R$ 12,90 por cada compartilhamento.
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Max e Disney+ também querem acabar com compartilhamento de senhas
Apesar de polêmica, a Netflix não é a única a adotar a medida: seguindo os passos da gigante do streaming, a Max e o Disney+ também já anunciaram que vão acabar com o compartilhamento de senhas nas plataformas.

No caso da Max, a informação foi oficialmente confirmada por JB Perrette, presidente global de streaming e games da Warner Bros. Discovery, em março. A estratégia foi motivada pelo prejuízo milionário registrado pela plataforma no último trimestre do ano passado, e deve começar a ser implementada já em 2024.
Já no Disney+, o compartilhamento de senhas deve chegar ao fim para todos os assinantes em setembro. Além disso, a empresa também anunciou que os valores das assinaturas do Disney+, Hulu e ESPN+ vão ficar mais caros.