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O aplicativo de mensagens Telegram anunciou que fornecerá endereços IP e números de telefone de usuários às autoridades, caso haja solicitações legais válidas.
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Essa mudança significativa ocorre após o CEO e cofundador Pavel Durov ser preso na França em agosto por não gerenciar conteúdo extremista na plataforma. Embora tenha sido solto sob fiança, ele deve permanecer na França durante a investigação.
Durov comunicou a decisão aos seus 13 milhões de assinantes no mensageiro, afirmando que a empresa divulgará informações de usuários que violarem as regras se receber ordens judiciais.
O Telegram agora especifica em seu site que, se uma ordem confirmar que um usuário é suspeito de atividades criminosas, eles podem divulgar o endereço IP e o número de telefone desse usuário.
Essas divulgações serão incluídas nos relatórios de transparência da empresa. O Telegram também pode coletar metadados, como endereços IP e histórico de alterações de nome de usuário, para lidar com spam e abuso.

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Telegram: famoso por desafiar ordens governamentais
- Lançado em 2013, o Telegram se destacou por sua segurança e resistência à interferência governamental. Embora tenha sido visto como um espaço livre, o uso da plataforma para atividades ilegais, como tráfico de drogas e propaganda extremista, gerou preocupações.
- O aplicativo ganhou popularidade em protestos, como os do Irã e da Bielorrússia, além de ser utilizado na guerra da Ucrânia.
- No entanto, também tem sido explorado por grupos militares e organizações criminosas. Recentemente, o governo ucraniano proibiu o uso do Telegram por funcionários públicos devido a questões de segurança nacional.
A mudança na postura do Telegram levanta questões sobre sua reputação e a lealdade de seus 800 milhões de usuários ativos.
