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A tensão tecnológica entre EUA e China deve se intensificar, independentemente de Donald Trump ou Kamala Harris vencerem as eleições presidenciais em 5 de novembro. A análise é da Reuters.
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Ambos os candidatos planejam implementar novas regras para restringir a importação de tecnologia chinesa, incluindo chips e veículos inteligentes.
Harris, se eleita, promete adotar uma abordagem mais coordenada, trabalhando com aliados internacionais para proteger as capacidades militares e de inteligência da China. Ela busca garantir que os EUA liderem a competição no século XXI, evitando que a tecnologia americana beneficie o potencial militar chinês.
Já Trump tende a agir de forma mais rápida e agressiva, utilizando tarifas elevadas sobre importações chinesas como uma ferramenta para combater o avanço tecnológico do país asiático.
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- O que é a guerra dos chips entre Estados Unidos e China?

Os especialistas acreditam que a administração Trump será mais propensa a punir aliados que não se alinharem com suas políticas, agindo com um enfoque mais direto, enquanto Harris pode focar em uma estratégia mais diplomática.
EUA seguem em busca de minar o crescimento tecnológico chinês
- Essa diferença nas abordagens reflete o crescente reconhecimento da necessidade de desacelerar o fluxo de tecnologia e produtos que possam fortalecer a China, especialmente nas áreas críticas como inteligência artificial e fabricação de semicondutores.
- Recentemente, os EUA propuseram regras para manter carros conectados fabricados com componentes chineses fora das ruas e já aprovaram uma lei que exige a venda do TikTok por sua controladora chinesa até o próximo ano, ou sua proibição.
- Essa disputa está longe de ser apenas uma questão comercial; é uma luta pela hegemonia tecnológica global.
A China, por sua vez, respondeu a essas tensões com suas próprias restrições de exportação, evidenciando a natureza complexa e dinâmica da guerra tecnológica entre as duas potências.
Em suma, a disputa está prestes a se intensificar, com ambos os lados prontos para tomar medidas que moldarão o futuro das relações internacionais e do comércio global.
