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Cozinhar em casa é uma fonte significativa de poluição do ar interno, que pode afetar a saúde respiratória e cardiovascular. Apesar de muitas pesquisas sobre eficiência energética na fritura a ar, pouco se sabe sobre os impactos ambientais dos diferentes métodos de cozimento.
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“Melhorar a ventilação nas cozinhas, abrindo janelas ou usando exaustores, ajudará a dispersar partículas poluentes e reduzir a exposição pessoal”, afirma o professor Christian Pfrang, da Universidade de Birmingham.
Em um estudo recente, o professor Pfrang e seus colegas pesquisadores mediram os níveis de material particulado e compostos orgânicos voláteis (COVs) emitidos durante o cozimento de peito de frango por cinco métodos: fritura em frigideira, fritura, fritura profunda, fervura e fritura a ar.
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Os resultados, publicados na revista Indoor Air, mostraram que a fritura a ar, hoje popularmente realizada pelos eletrodomésticos conhecidos como “air fryers”, gerou significativamente menos poluição.
Descobertas do estudo
- A fritura em frigideira, por exemplo, atingiu picos de 92,9 microgramas por metro cúbico de material particulado, enquanto a fritura a ar foi de apenas 0,6.
- Em termos de COVs, a fritura em frigideira gerou 260 ppb, enquanto a fritura a ar ficou em 20 ppb.
- Os pesquisadores também observaram que os poluentes persistiram no ar por mais de uma hora após o término do cozimento, destacando a importância de ventilar as cozinhas após o preparo das refeições.
O estudo reforça a necessidade de considerar tanto a eficiência energética quanto os impactos ambientais ao escolher os métodos de cozimento.
