Siga o Olhar Digital no Google Discover
Um estudo da Universidade Autônoma de Barcelona (UAB) revelou que saquinhos de chá comerciais feitos de polímeros, como nylon-6, polipropileno e celulose, liberam milhões de micro e nanoplásticos durante o preparo da infusão.
Ofertas
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Essas partículas são pequenas o suficiente para serem absorvidas pelas células intestinais humanas, o que pode permitir que atinjam a corrente sanguínea e se espalhem por todo o corpo.
A pesquisa, publicada na revista Chemosphere, analisou a liberação de partículas por diferentes tipos de saquinhos de chá e constatou que o polipropileno é o maior liberador, com 1,2 bilhão de partículas por mililitro, seguido pela celulose, com 135 milhões, e o nylon-6, com 8,18 milhões de partículas.
Leia mais:
- Junk food pode causar danos a longo prazo ao cérebro de adolescentes
- Componente presente no café melhora aprendizado e memória, diz estudo
- Alimento que com certeza está na sua cozinha é associado ao câncer; saiba qual

Detalhes do estudo
- Os pesquisadores utilizaram um conjunto de técnicas avançadas para caracterizar essas partículas, como microscopia eletrônica de varredura e transmissão, espectroscopia de infravermelho e análise de rastreamento de nanopartículas.
- Ao observar a interação das partículas com células intestinais humanas, os cientistas descobriram que as células produtoras de muco foram as que mais absorveram as micro e nanoplásticos, com as partículas chegando até o núcleo celular, onde se encontra o material genético.
- Esse estudo destaca uma crescente preocupação com a poluição por plásticos, especialmente em produtos de embalagem de alimentos.
Os pesquisadores alertam para os potenciais riscos à saúde humana e defendem a necessidade de mais investigações sobre os efeitos da exposição crônica a essas partículas.
Também foi dada ênfase na importância de desenvolver métodos padronizados para avaliar a contaminação por micro e nanoplásticos liberados pelos materiais plásticos em contato com alimentos e de implementar políticas regulatórias para reduzir essa exposição, garantindo assim a segurança alimentar e a proteção da saúde pública.
