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Uma nova pesquisa do psicólogo Aaron Seitz, da Universidade Northeastern, sugere que a maioria do nosso aprendizado ocorre de forma incidental, ou seja, sem intenção explícita.
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Mesmo quando achamos que estamos aprendendo de propósito — como ao estudar para uma prova ou aprender um idioma — o que realmente fazemos é criar condições que induzem o cérebro a entrar em um estado propício ao aprendizado, ativando mecanismos automáticos e inconscientes.
Esse tipo de aprendizado acontece o tempo todo, como quando decoramos involuntariamente a letra de uma música ou quando bebês assimilam a linguagem apenas por exposição aos sons ao seu redor.
Isso ocorre, segundo Seitz, por meio da extração de “regularidades estatísticas” do ambiente — padrões repetitivos que o cérebro reconhece e armazena.

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“Enganando” o cérebro para aprender
- A pesquisa, publicada na Current Opinion in Neurobiology, aponta que os mesmos mecanismos estão por trás tanto da aprendizagem intencional quanto da incidental.
- Técnicas como atenção focada, repetição e recompensas são estratégias eficazes para “enganar” o cérebro, ativando seus sistemas de aprendizagem automática.
- Em um experimento, por exemplo, Seitz demonstrou que, ao realizar tarefas simples com sucesso, os participantes não apenas aprendiam o objetivo principal, mas também absorviam informações secundárias apresentadas de forma subliminar.

Influência do ambiente na assimilação de informações
Para o pesquisador, o segredo está em criar o ambiente certo para o aprendizado acontecer, e isso varia de pessoa para pessoa.
Testar abordagens diferentes e descobrir o que mais estimula o próprio cérebro é essencial. “Existem inúmeras maneiras de preparar o cérebro para aprender. O importante é descobrir quais truques funcionam melhor para você”, conclui Seitz.
